Gestão 2009-2
01 de agosto de 2009:
Muitas vezes nos vemos deparados com situações embaraçosas. Situações que não sabemos qual caminho escolher para que tudo e todos saiam bem. Muitas vezes o que mais precisamos é de tempo, calma e oportunidade pra podermos mostrar um pouco do que podemos fazer. Dúvidas? Sim! Todos nós temos, mas nem todos têm a chance e a capacidade de admitir isso e se permitir aprender com o próximo.
Geralmente os piores inimigos nessas situações são a vergonha, o orgulho e o medo. Ah, se não fossem esses três “pestinhas” tudo seria mais fácil! Eu que o diga…
Por isso, devemos desfrutar e correr atrás de cada chance que aparece para nós, principalmente quando se trata de aprender, afinal, aprender nunca é de mais! E lembre-se: Não desperdice tempo e oportunidades, pois quando resolvermos usufruir dos mesmos o tempo pode ter passado e junto com ele a oportunidade.
(Giulia Almeida Costamilan)
15 de agosto de 2009:
Falar do aniversário de nosso Bethel é falar de todas as pessoas que fazem parte deste e que ajudaram a construir a sua história. É falar de muitas filantropias, retiros, reuniões conjuntas, dedicação, congressos, paellas e kibadas, irmandade, nosso querido conselho e filhas.
A nossa Fênix renasce a cada gestão; com Honoráveis Rainhas diferentes, novas dificuldades e aprendizados, lemas seguidos, novos trabalhos e muita diversão.
Peço a todos, que não esqueçamos do nosso passado e de quantas vezes tivemos que lutar para que nossa Fênix pudesse voar mais alto; mas que também pensemos no futuro, semeando grandes heranças de amor, cumplicidade e conquistas às nossas futuras irmãs, tias e tios, podendo contribuir a um mundo melhor.
Parabéns Bethel Fênix!
(Giulia Almeida Costamilan – “Nosso mundo”)
12 de setembro de 2009:
Minhas amigas já não agüentavam mais eu contando os dias pro dia da iniciação. Enfim ele chegou! Lá estava eu: nervosa, curiosa e ansiosa. Não via a hora de as brincadeirinhas da dinâmica acabarem para que então chegasse a hora de entrarmos no templo e sermos iniciadas, ganharmos as vestes e fazer parte da ordem.
Quando cheguei a casa, só queria saber de botar o hobe e andar em esquadria. Era um mundo totalmente novo, que de filha única passei a ganhar várias irmãs; minhas tias, tios e primos aumentaram significantemente e eu me via mais confiante a cada sessão que passava.
O que posso dizer-lhes é que é tão bom estar aqui e que me sinto muito presenteada por iniciar nesse ciclo de irmandade.
(Giulia Almeida Costamilan – “Minha Iniciação”)